sábado, 12 de novembro de 2011

Guarda jóias de Campolide (?)

Guarda jóias comprado na feira de Algés .
Gostei da decoração - O Brasão das Armas de Portugal vastamente pintado  por várias fábricas em Lisboa, Outeiro Águeda e,..


Possivelmente fabrico dos nos 40 e 50 do séc. XX, muito marcados pelo nacionalismo do Estado Novo:com a cruz de Cristo e a nau a lembrarem os feitos gloriosos do tempo das descobertas; Brasão, o poder da fidalguia e , ...
Comparação com outra que comprei em tempos na feira da Ladra, partida mas assinada "Fábrica Constância".

Estas peças que evocam alguma história são sempre muito interessantes.

Sem marca. Pode ser fabrico de Campolide pelo esmalte branco. Impecável.



 Também na feira da ladra encontrei esta tampa em formato "ovo" cuja pintura se assemelha ao guarda jóias -, brasão estilizado "Bem se merece". Pode ser Carvalhinho,Gaia



domingo, 23 de outubro de 2011

Alguidar de faiança do norte (?)

Alguidar de faiança finais século XIX  com estampagem floral em   azul  alecrim ao limite do rebordo, sobreposta por filete largo em  verde ervilha. No limite do fundo um filete fino em rosa e um pouco acima um duplo filete de igual cor e outro no rebordo da aba. Comprei-a há tempo numa feira de Algés . Apenas umas esbeiçadelas no rebordo.


Tardoz apresenta-se de textura de massa malegueira com buraquinhos, arrepiados na massa, de esmalte brilhante.

Fabrico do norte, Cavaco (?) De formato invulgar como se vê nesta foto à semelhança de um alguidar "ratinho" de rebordo arredondado, ao invés de Coimbra e Alcobaça o rebordo é direito. 
Tem um "coração" pintado a vermelho no fundo, no pé, já vendi um prato com muita certeza Cavaco, tinha a mesma marca.
















 


terça-feira, 18 de outubro de 2011

Leiteira Massarelos em Art Déco

Estilo "Art Deco" a julgar pelo formato e decoração em listas em filetes azuis cruzados, bico e pega em azul .
Comprada na feira de Paço d'Arcos .
Mais uma para engrandecer a minha coleção de leiteiras...


Tardoz assinado.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Travesinha oval gomada Raul da Bernarda (?)

Agradeço ao Mercador Veneziano, um rapaz giro e muito simpático que bem podia ser meu filho na ajuda para a catalogação desta peça.
Casualmente, sem nada o fazer prever na sua banca apreciava uma chávena VA, e num impulso pergunta-me se sou a dona do BLOG "LÉRIAS E VELHARIAS...Espantada,respondo que sim e perguntei como me reconheceu?
Resposta escorreita...Já vi fotos suas publicadas eheheh
Encontrou-me novamente na feira de Tomar, estivemos a conversar e disse-me que tinha deixada uma nota...
Voltei e pedi via email, satisfeito o pedido aqui fica para registo.
Digo em abono da verdade que tem fortes possibilidades de ter sido feita pelo Raul da Bernarda, a foto está publicada em rodapé do post.
Bem haja Ricardo, você é um homem fantástico, simpático e colega... brigada...

Comprei-a numa feira muito baratinha, sem marca.
Atendendo ao espólio da banca marcado "Cavaco" carimbo em circulo, julgo a última usada, é uma probabilidade também ser, até porque já vi uma em maior semelhante e marcada. Havia peças soberbas, travessa grande quinada e terrina oval motivo cantão popular, pessoalmente aprecio o mesmo motivo nesta fábrica mais antigo, como um pratinho que tenho e dei outro igual ao Luís do Velharias. Agora, nunca antes tinha visto dois pratinhos de rebordo para dentro, uma autentica loucura no mesmo motivo, pedi-os por segundos...outra apreciadora encantada com os azuis, os levou e a travessa também por um preço fabuloso...algures estarão expostos num parede a derreter olhares..na linha do Estoril.
Prendi o olhar nas cores, sobretudo no azul e no tijolo.
O cestinho ao centro uma graça, tão mimoso.

Tardoz da travesinha oval gomada, ligeiro cabelo, deixei a aranha primitiva que no caso acho uma delicia.

As peças pequenas exibem por vezes uma beleza estonteante que
nas grandes...se perde, logo eu que gosto de pratões, esta travesinha encantou-me...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Faiança de Darque Viana do Castelo (?)

Prato com o diâmetro de 34 cm comprado na feira de Paço d' Arcos.
Mal estimado apresenta um "cabelo grande" e sem esmalte no olho da flor ao centro , rebordo brocinado. Fabrico em argila branca de esmalte branco translúcido.
Darque produziu pratos até aos 40 cm.
Uma técnica de conservação e restauro de cerâmica enviou-me um email, e fez muito bem, condoída com as coisas mal feitas que faço às minhas faianças. Já lhe agradeci de coração o ter-me esclarecido.
Aqui reproduzo para vós a não fazerem o que habitualmente ingenuamente escrevo:
-limpeza das peças com lixívia: nunca a deve utilizar em peças porosas como as faianças, pode deixar resíduos que mais tarde cristalizam e podem fazer estalar o vidrado. Use álcool, detergentes, água morna e até acetona ou água oxigenada e no fim passe muito bem as peças por água, de preferência destilada.
- lixas nos agrafos: tem de ser muito muito devagar para não riscar o vidrado, use depois um verniz banana (encontra nas drogarias) que é transparente e próprio para metais.
Não use água a ferver nem as coloque na máquina de loiça, apenas as porcelanas podem aguentar tal tratamento e mesmos assim não recomendo.
Carinhosamente remata " continue na pesquisa e compras de belas peças, é sempre bom ler os seus posts."
Bem haja Sandra Pena!

Voltando ao prato, adoro este tamanho e policromia.
No imediato atribui-o a Fervença? Apesar de não existir nenhuma peça com marca desta fábrica.Esmiucei detalhes!
  • Ao tempo muitas fábricas pintaram esta decoração e usaram estas cores: verde , azul cobalto, laranja e manganês num castanho escuro em relevo -, é a incógnita da pincelada desta cor que dita a fábrica!
Filete largo em amarelo no rebordo do fundo, carateristica de  Darque , também usada por Fervença, e outras fábricas a laborarem em Gaia. Analisando o tardoz pela textura apresenta uma massa homogénea, esmalte branco, polido, brilhante e leve que me dita dúvidas na atribuição, inclino-me para produção de Darque-Viana, por terem produzido grandes pratos e desempenados, pela beleza do esmalte branco, mas os arabescos a vinoso terminam sempre muito finos, em relação à outra decoração idêntica, que pode evidenciar fabrico de outra olaria.

Coloquei-o junto a outro muito semelhante, embora com nuances diferentes, nomeadamente o manganês cor borra de vinho chamado de vinoso no prato pequeno é esbatido no esmalte enquanto no outro é em relevo.Também o filete fino em amarelo ao centro enquanto no outro é largo.
  • Evidencia que o primeiro, o mais pequeno poderá ser atribuído a Fervença, por as cores se refletirem no tardoz (?).
  • O grande inclino-me para Darque (?)

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Cantão da Companhia das Indias

Inesperadamente voltei a fazer um post sobre Cantão em homenagem ao Flávio um jovem seguidor, que tem vindo a demonstrar um interesse especial na nossa loiça nomeadamente da Vista Alegre.
Esta partilha de conhecimento é importante para cimentar ideias, tirar conclusões, saber um pouco mais e lançar o "bichinho" para se investigar . Assim todos sabermos falar mais sobre o que gostamos...a loiça...a faiança...a porcelana...cacos!
A minha coleção de dez pratos Companhia das Índias está a crescer.
Os de esmalte mais carregado, azul mais forte, são do reinado Jiaping 1796 do século XVIII 
Pratos rasos, um de sopa,dois de sobremesa e dois covilhetes para doce. 


A maioria dos pratos ou tem "gatos" ou estão colados.Julgo que apenas tenho um intato.
Nesta foto à frente estão dois pratos pequenos de rebordo para dentro -, covilhetes  que não se vêem habitualmente.
Num catalogo do Cabral e Moncada, deste ano, um lote de 4 pratinhos iguais a este de várias tonalidades de azul com o motivo do Dragão dizia pertencer ao reinado de Quialong no período de 1736 - 1795 licitado o lote 300 a 450€

A ladear a Companhia das Índias duas floreiras de lobos relevados da Fábrica do Outeiro de Águeda e na frente um saleiro com marca vermelha julgo Macau´.


O rebordo dos pratos varia desde o redondo,quinados, e com cortes. Tal como a nossa faiança se inspirou e imitou.
Também as cores de azul, nuns forte, noutros a meia tinta, desmaiados.
O brilho do esmalte em todos é soberbo.
O tardoz é de pasta fina, com alguns buraquinhos e o rebordo do fundo artesanal, facilmente identifica a peça à época.
O motivo, sempre o mesmo. Se repararem não há um igual, em todos existem variantes, o que de certa forma explica as diferenças do nosso Cantão Popular que neles se inspirou para copiar. 
  • O nosso Cantão Popular é delicioso pela ingenuidade do autor o que em alguns exemplares os torna tão especiais, possivelmente ainda mais belos do que os verdadeiros como este patente em Museu.
Datação:XVIII d.C. - XIX d.C.
Matéria:Porcelana branca
Técnica:Pintura sob vidrado
Dimensões (cm):diâmetro: 22,6;
Descrição:Prato de porcelana decorado a azul cobalto sob vidrado. É um prato circular levemente recortado, a aba levantada e quase sem caldeira. A aba apresenta um cercadura larga, azul, seguida de uma espécie de rendilhado. A caldeira tem uma faixa azul mais clara, com cruzes duplas intercaladas por cruzes simples. O fundo tem a representação de uma paisagem lacustre com uma ilha com duas árvores. Esta está ligada por uma ponte a uma segunda ilha com um pagode com uma figura humana no interior, e com um chorão na margem. À esquerda existe uma terceira ilha com duas habitações contíguas, e em frente ainda uma quarta, também com duas habitações, atrás da qual se detectam montanhas. Nesta parte do rio estão duas embarcações. O frete não é vidrado.
  •  Alguns dos meus pratos Companhia das Índias.



Este prato pintado nesta cor camarão comprei-o na feira de Algés à D. Maria por 3€

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Prato de faiança atribuído a Cavaco (?)

Prenda do aniversário de casamento...Deste ano!


Comprei-o na feira de Setúbal a um vendedor que os trouxe do Alentejo. Pratos semelhantes têm sido vendidos perto dos 100€. Disse-me que o antiquário lhe tinha dito se tratar de faiança de Aveiro (?). 
Nestes pratos a policromia do motivo é quase sempre o mesmo: folhagem pontiaguda a duas cores em tons castanhos, em alguns exemplares o castanho é bastante escuro, e azul  flor do alecrim, sendo o esmalte sempre em cor de grão.
Provavelmente o seu fabrico é norte Cavaco (?).
Mede 29 cm de diâmetro por estar partido e gateado trouxe-o em conta.
Há muito tempo andava na procura de um exemplar, os que vou encontrando, alguns em bom estado, outros piores caros, nunca nenhum me encantou como este em que a decoração irradia do centro para as abas, termina com botões em flor na cor do alecrim, a carateristica decorativa desta faiança na introdução desta variante do azul.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Terrina de faiança atribuida a Coimbra (?)

Comprei esta terrina na feira de Algés.
Formato hexagonal bojudo e quinado dos lados de textura de barro branco.
A decoração apresenta-se em palete cromática de policromia num tema muito usual: casario rodeado de flores com  palmeiras e árvores de ramagem em  esponjados, tal como o rodapé em tons a manganês e verde ervilha, dos lados raminhos de flores.
Esmalte brilhante,  sem tampa.
Fabrico atribuído a Coimbra à semelhança do que José Reis pintou na cidade antes de 1875-, ou  início XX pela  marca impressa  "1" ..


O fundo da terrina apresenta uma marca gravada  em relevo "1".
           Nunca antes vi e mal lhe peguei foi atributo que me fascinou.


Nota-se a pega da terrina e as flores em estampa que a embelezam dos lados, característica de Coimbra.

Por gostar tanto da terrina acabei por a deixar na minha sala em detrimento de uma em redondo completa de Serraguimines...o cansaço tem destas coisas!



sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Faiança de Vilar de Mouros açucareiro ou compoteira

Na feira em Tomar, tinha mais perspectiva de negócio, mas o dia convidava a veraneio, fiquei-me pelos 50€. Comprei esta bela peça de faiança de Vilar de Mouros século XIX. Não sei se teria sido um açucareiro ou compoteira .O vendedor tinha peças de faiança de cair para o chão em belíssimo estado de conservação. Um galheteiro completo, pratos grandes de Coimbra, Cavaco, Sacavém e...

Lembrei-me assim que a vi no estaminé no chão de uma muito semelhante há tempos aqui postada pela Maria Andrade e também se não me engano a IF tem uma parecida.E claro eu "invejosa" quis também ter a minha!

Não...não sou invejosa...brincava. O que mais me atraiu na peça foi a elegância, se repararem a parte bojuda é feita de duas partes e não numa só como habitualmente.
As asinhas são em monograma, um "M"...Delicadas.
Adorei a decoração, folhas pontiagudas a duas cores, azul e borra de vinho bem escuro.
O esmalte é ligeiramente mais escuro .
Interessante nas últimas feiras tenho encontrado muita faiança com esmalte cor de grão e folhagem igual a esta, pontiaguda , também com uma variante, um azul igual ao da flor do alecrim.
Para mim só poderia ser faiança de Coimbra ou do norte. Agora depois desta malga com tampa,as minhas dúvidas ficaram dissipadas, ainda os pontinhos ou tracinhos na decoração a duas cores que são raros até alguém me comprovar o contrário, que não é faiança de Coimbra.

O melhor é que comprei todas as peças com desconto ...por ser colega. 
Esta peça custou-me mesmo assim 20€, estava marcada 30.Imaginem um grande prato de Coimbra impecável com um esmalte maravilhoso pedia 90,vendia por 80 e a mim fazia 60....Pois!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Faiança da Fábrica E.L.A de Aveiro (?)



Lanço o desafio da origem desta fábrica!
Há anos que me intriga esta marca, não a consigo decifrar:Triângulo e dentro dele a letra " E " - abaixo do qual um " V" . Sem dúvidas que se trata de fábrica da zona de Aveiro por no tardoz mostrar dois fretes como ainda a VA hoje fabrica .

A Fábrica  Vitória foi fundada em 1922 pelos irmãos Vitória que lhe deram o nome.
Uma das marcas conhecidas da fábrica
Comprei estes dois pratos na feira de Oeiras, o vendedor meu conhecido tinha-os comprado na véspera na feira de Setúbal. Foram caros .

Tardoz que o cobalto transparece, só um deles está marcado.Curioso a bordadura a corações que só conheço na faiança Coimbra e mais tarde na Cavaco.
Vasos em miniatura da mesma fábrica comprados na feira da ladra a um preço irrisório.
Mais tarde comprei ainda outro.
Interessante que denota a utilização do azul cobalto e o azul claro na mesma fábrica.O rebordo dos vasos apresenta uma lista tipo "grega" enquanto o outro são traços na diagonal  carateristicas de pintura do norte.
Prato covo pintado azul cobalto comprei-o na feira de Torres Vedras em dia do meu aniversário, já lá vão seis anos, custou 25 €, caríssimo...
Lamentavelmente o livro de "Cerâmica Portuguesa" de José Queiroz e o "Dicionário de Marcas de Faianças e Porcelana portuguesa" de Filomena Simas e Sónia Isidro, ambas as obras são omissas quanto a esta marca.

Serão as minhas peças da fabrica Vitória ou da fábrica E.L.A, ambas de Aveiro(?)

Não conheço da fábrica Vitória este azul cobalto, antes um azul seco, por isso a inclinação para E.L.A.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Contraste da faiança "Ratinho" de Coimbra e OAL

Uma peça "ratinho"  fabrico meados século XIX de Coimbra.
Quanto à segunda peça (taça) mais pequena embora com prováveis influências da decoração ratinho, sugere possível produção de Alcobaça, que imitou muito bem os "morrões" de Coimbra.

Em 1895 o ceramista  José dos Reis dos Santos deslocou-se em definitivo de Coimbra para Alcobaça onde fundou uma fábrica  que produzia louça grossa, de feira, na tradição da faiança ratinho, que aqui era muito apreciada, principalmente pelo seu baixo custo e pela alegria das suas cores.

  • Esta peça apresenta a marca em borrão no tardoz que ainda assim identifica fabrico da OAL. 
Interessante perceber através destas duas peças que os desenhos típicos desta faiança se prolongaram pelo século XX, apesar de nota evidente da melhoria do esmalte que no tardoz é mais homogéneo, no entanto pela frente retira a beleza da pintura manual. O quer dizer que introduziram novas técnicas de moldagem e de esmaltes, mas as mais antigas são mais bonitas, sem dúvida.
Uma e outra compradas num fim de semana, pela analogia acho-as muito interessantes sobretudo pela pequenez das peças, habituados que estamos a grandes exemplares.


Covilhete comprei-o na feira de Oeiras. Cativou-me: tamanho raro, se repararem, depois do fundo a caminho da aba, há um friso carateristico nestas peças, independentemente do tamanho, só as com mais de 35 cm se deve chamar de palanganas; a espiral fechada, sempre vi abertas, e o esponjado da flor em cor borra de vinho, a minha preferida.


  • Tardoz tão carateristico nesta loiça ratinho.

Comprei esta tacinha na feira da ladra. O que me atraiu nela?
O desenho, catapultou-me para a decoração "ratinho".
No entanto ao pegar nela constatei que é uma peça inicio século XX muito translúcida, notam-se arrepios de esmalte tipo bolhas de ar...As cores não são fortes como em Coimbra -, o amarelo tradicional ocre passou a ser mais claro, o verde cobre também , aliás todas as cores se alteraram para policromia mais aberta.

                                                             Cortesia da IF
Forte influência da pintura ratinho de Coimbra, a tacinha é fabrico dos anos 30(?) do século XX. Assinado OAL.
Agradeço o comentário da IF que gentilmente mais uma vez me deu dicas muitos plausíveis desta faiança e com elas enriqueci o post - também pela foto de um prato da sua coleção.
O meu bem haja, é esta parceria de conhecimento que me deixa radiante.

Faiança do norte de Gaia com flor de avenca a imitar o Juncal

Grande prato em faiança com motivo decorativo simples- ramos de avenca. Numa primeira impressão diz-se que é produção do Juncal. Numa s...