quarta-feira, 28 de julho de 2010

Fábrica Viúva Lamego



Taça oval gomada .
No domingo depois das 3 da tarde na feira de Algés...
Banca posta no chão, algumas peças partidas, esta estava sujissima e muito mal colada, com indicação de 10 € cada
Achei caríssimo, corri a feira toda, calor por demais
Não sei porquê tive a sensação de ter visto o Luís e o Manel, isto porque um deles aponta para uma banca para um painel de 4 azulejos dizendo talvez o padrão que não percebi...cruzámos-nos nesse instante, ainda olhei por trás, mas não senti pela foto do Luís tirar parecenças...
Afinal sou tímida...já sabia!
De volta à feira voltei a parar lá, o feirante rapaz novo, conhecido estava junto a outro a quem chamo Stallone, pelo porte atlético,tatuagens e óculos de sol, bonitão
Acabámos por trazer por 10 € esta taça e uma lanterna grande branca para alumiar as noites de verão no pátio da casa rural
Ainda encontramos copos de cristal que fazem parte do conjunto incompleto da mesma casa, também um lençol, sim porque sendo as camas de ferro, só lençóis antigos tem a medida certa, o toque e as rendas, e ainda um prato pequeno de Massarelos em azul, lindo
Valeu a pena ter lá ido
A taça ficou magnífica na saleta

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Cantão Popular da fábrica Cavaco




Encontrei-os na feira da Costa de Caparica
A vendedora estava ainda a pô-los em exposição
 
Adorei-os pelo tom forte, brilhante e sobretudo por estarem assinados
Magníficos
Comprei o par por 8 €, uma pechincha, regateei, claro.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Caixa de esmolas com estória



Pertenceu à capela de Santo António do Bairro com o mesmo nome em Ansião
Foi-me oferecida pela minha prima Júlia
Tem mais de 100 anos

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Escotilha de Cacilheiro



Escotilha de cacilheiro. Comprei-a na feira de Setúbal . Ainda tinha restos de tinta cor de laranja típica do cacilheiro. O meu marido raspou-a toda. Depois foi a uma serralharia para zincar, acho que não é bem este o nome e finalmente pintada com tinta cinzenta a imitar o ferro forjado.
Foi colocada na WC na parede que dá para o hall. Fazem-lhe companhia dois vasos da fábrica "CAVAQUINHO".
Fazia falta uma janela no pequeno wc do r/c da minha casa de província.
Quando a vi, imediatamente a idealizei lá, assim aconteceu
Acho-a simplesmente uma delícia.

Machados do Paleolítico ?



Todos por mim encontrados na serra da Ameixieira em Ansião.
Espalhados por entre as lages e arbustos.
Uns mais afeiçoados do que outros, um deles é ainda bem notório que foi executado pela mão humana.

Fascinam-me
Pena que a pedreira para fabrico de pedra de calçada tenha no local devastado possivelmente imensos outros vestígios...

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Senhor do Bonfim da D. Albertina


 Imagem do  Senhor do Bonfim


Esta imagem do Senhor crucificado faz parte do meu imaginário desde miúda
Pertenceu a um casal que morava lá no bairro que viveu muito tempo em Lisboa, tinham uma banca na feira da Ladra
Já os conheci velhotes reformados a viver nuns casarões, antigas estalagens à beira da estrada real, conta a sobrinha com mais de 80 anos, em dias de trovoada, o povo juntava-se lá em casa à beira do Senhor do Bonfim...
Esta imagem é muito antiga, não se sabendo a sua proveniência
Possível ter pertencido ao Mosteiro de Ansião, algumas imagens foram vendidas em meados do século XX.
  •  Arco de volta perfeita ainda de pé do suposto mosteiro no Vale Mosteiro em Ansião
Sendo o seu dono vendedor de velharias na feira da Ladra, poderia ter sido um potencial comprador, chegou a levar para Lisboa a pia de água benta do referido Mosteiro
Agora saber se esta imagem lá pertencia, é um enigma como o é também se foi pertença da capela com o mesmo orago em virtude de se situar relativamente perto do Mosteiro
Naquela de fazer fé à ladainha , "com o terramoto caíram todos os arcos que ligavam a capela ao Mosteiro, e que ainda hoje apenas resiste de pé um de volta perfeita

domingo, 4 de julho de 2010

Malga em cantão popular de Miragaia(?)


 

 Coimbra - fábrica  Alfredo Pessoa  Filho 
Formato base larga , ao meio do bojo um  recorte, e o entraçado das pegas. 

Em 1888 na exposição de Lisboa  segundo o Livro de Cerâmica de Coimbra - "estiveram presentes com loiça fina  apenas estampada e riscada como é costume,  possuem como denominador comum - a cor vermelha - rara na produção cerâmica nacional."



Comprei-a na feira de Setúbal .
Leve falha no rebordo.
Linda. O brilho dos azuis é fantástico.
Nota-se que foi feita à cana, o que lhe atesta a antiguidade.
O brilho do azul tipo vinoso  e do filete por dentro ao nível do rebordo indicia ser fabrico de  Miragaia .

Faiança do norte de Gaia com flor de avenca a imitar o Juncal

Grande prato em faiança com motivo decorativo simples- ramos de avenca. Numa primeira impressão diz-se que é produção do Juncal. Numa s...