OAL a Olaria de Alcobaça

Um belo prato de aba vazada , relevada e recortada por corações enlaçados, ao centro flores diversas tendo ao limite do covo fina pintura a tracejado como se fossem "iiii" delimitada por finos filetes em azul claro, escuro e amarelo, da olaria de Alcobaça na década de 30.
 Pintura delicada  em policromia amarela, verde e azul
 Tanta delicadeza na pintura e pela assinatura deve ter sido uma mulher
 
 Outro belo prato da OAL
 Quando a OAL copiou o que se fez em Coimbra na loiça "ratinho"
Lamentavelmente o prato sofreu restauro e a falta de cultura da artesã, que entretanto faleceu, apesar do talento sem a cultura do que é a faiança havia de cobrir a assinatura...
 As cores fortes com a figura naif mostra-se um prato muito decorativo e único.
O primeiro vendi-o a um amigo colecionador e o outro ainda o tenho.

Comentários

  1. Boa noite Isa, apesar de reconhecer a beleza da cerâmica de Alcobaça e de ter um belo exemplar, confesso que não é o meu tipo favorito. A imitação do ratinho é interessante. Agora por "ratinhos", este fim de semana segui um conselho que me deu há uns tempos e desviei o rumo da minha viagem para visitar a Casa Museu José Régio em Portalegre. Em boa hora o fiz. Adorei. Tenho tudo a ver com cada peça daquele museu. Era a coleção que eu gostava de ter. E a coleção de ratinhos é realmente linda. Mas não me fiquei pele Casa Museu. Segui para o Museu Municipal e, entre outras coisas, acabei por "descobrir" a maior coleção de ratinhos que vi até hoje. 145, no total, de todos os tipos. Verdadeiramente notável. Muito obrigada pela sugestão.

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  2. Caro Carlos Martins fico muito satisfeita por ter dado ouvidos à minha sugestão que o encheu de mais riqueza e emoção, e a mim deixou encantada , porque valorizo imenso a partilha de informação.Ainda bem que também foi ao Museu Municipal, esse não conheço, na altura não devia ainda existir. Deixou-me roída de inveja...Estou pela terra, e trouxe um ratinho muito pesado, com gatos, e ao meio com a pintura muito gasta, contudo pu-lo na minha pequena exposição de 10 exemplares ao meio onde sobressai o ocre e o verde cobre com o manganês. Óbvio que a coleção da Casa Museu do José Régio tem exemplares que entretanto encontrei em feiras e não os pude comprar e isso jamais esqueço, de perder tamanha oportunidade...Cumprimentos

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