Cachepot em faiança gracioso pintado em reservas a xadrez e floral em azul e aguada intervalando ao meio uma tarja em policromia floral exuberante.O bocal pintado em azul.
Um amigo virtual, Carlos Martins, por gostar francamente da faiança em policromia, amiúde em temporadas no estrangeiro, quando pode acompanha os posts , seja este em especial que lhe dedico, por se tratar de peça diferente e carismática, faz parte da infância da minha geração, a minha mãe igualmente ostentava um maior em cima de uma floreira em madeira- cachepot à francesa, nome em miúda o achava estranho, tão pouco o sabia escrever.
Mede 18 de altura, 9,30 de boca e 12,30 de pé.
Impecável, apresenta defeito de fabrico na cozedura que colou no forno a outra peça conforme
se nota na foto.
Não está assinado.Contudo este tipo de faiança decorativa, atendendo ao formato do seu pé e a decoração ligou-me ao norte a Gaia.
Encontrei na net no site OLX um semelhante, assinado cujo fundo revela a semelhança acima mencionada.
Citar excerto de https://mercadoantigo.weebly.com/soares-dos-reis.html
"A Fábrica estabeleceu-se em 1919 no sítio do Agueiro, em Mafamude, mas com entrada
por Soares dos Reis. Dedicou-se ao fabrico de louça e azulejo. Foi
continuada por impulso de José de Almeida Pinheiro, em 1941, sendo
conhecida sob a firma Cerâmica Soares dos Reis Lª, embora também use,
sobretudo em painéis de azulejo, o nome da antiga firma Fábrica do Agueiro. Manteve-se em laboração, com alguma qualidade e originalidade artística, até 1964."
Encontrei na net no OLX outro muito bonito que partilho
Passei a ter 3 exemplares de cachepots; este o único não assinado, outro da Fábrica do Senhor de Tavarede e do Carvalhinho.