domingo, 20 de dezembro de 2009

Pés de suporte para arcas



Comprei-os numa loja de coisas velhas e cheiros nauseabundos. Estavam em muito mau estado. Restaurei-os e com o resto de tintas das camas - diferentes, o azul por ser para metal ao não aderir ficou com o aspecto pipo laivos, que achei interessante.A arca é da minha filha oferecida pela minha irmã quando ela nasceu. Na altura forrei-a toda com chita e guardava lá os brinquedos.



 Outros pés de madeira noutra arca.

Móveis altos e estreitos em madeira


Comprei dois móveis estreitos e altos para servirem de mesas de cabeceira. Numa daquelas casas que agora há com toxicodependentes que ficam com os pertences de quem parte para o além.Acontece que o espaço nos quartos da casa rural é muito pequeno. Fiquei desfraldada. Aproveitei-os para a sala.



Muitas peças foram furtadas - a travessa pendurada tipo hexagonal em faiança com um desenho incomum e as leiteiras e  açucareiros.

Escaparates, prateleiras e mísulas


Sacavém terrina motivo "cavalinho" em rosa















Por sorte deixaram a toalha em linho e os candeeiros, no roubo da minha casa rural.
Levaram só a terrina de Sacavém pintada a rosa,em redondo de um diâmetro maior que outras que tenho.

Escaparates de madeira com estórias...




Queria um escaparate alentejano para exposição de pratos.
Acontece que o marceneiro era alentejano, O Sr Rosado, mas o escaparate, saiu normal.
Arranjei uma parede na sala da casa rural para o colocar.
  • Deixaram-no limpinho. Roubaram todas as peças.Regressei pelo Carnaval .Desilusão tamanha, constatei que a casa tinha sido assaltada.
    O escaparate ficou despido, apenas deixaram os vidros e os pratinhos com florzinhas de Sacavém.
    Levaram apenas peças de faiança, com o penico de Sacavém que só dei conta no verão quando limpava a mesinha de cabeceira,inventariei 50 peças.
    Sei que podia ter sido pior, muito.
    Tive alguma culpa, deixei debaixo de telheiro uma arca de pinho antiga encostada à parede da casa de banho e ainda por cima a janela basculante ficou aberta para a casa tomar ar , apenas com uma rede precária. Mote fácil aos larápios que cuidadosos, retiraram a janela e a deixaram encostada entre a parede e a arca e uma vez dentro de casa puderam escolher à vontade o que quiseram levar.
    Tamanha revolta a minha, mas sei que podiam ter estragado, deixado portas e gavetas abertas, mas não, até foram cuidadosos.
Mais tarde encontrei o verdadeiro escaparate alentejano

  • Por sorte fotografei em jeito de despedida a casa rural.

  • Hoje está decorado com peças antigas de esmalte.

Souvenir da Fábrica Cesol de Coimbra

Caneca da Fábrica CESOL de Coimbra anos 50. Pintura monocromática em castanho . Imagem de Nossa Senhora da Rocha dentro de um coração en...